A Polícia Federal (PF), em colaboração com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), efetuou a prisão de um dos líderes de uma organização criminosa na noite de segunda-feira, 1º de junho. O indivíduo, de 21 anos, que era ativo em Salvador, Bahia, foi encontrado na cidade de João Monlevade, localizada na Região Central de Minas Gerais.

Operação Cerco Fechado

A captura faz parte da operação Cerco Fechado, que foi lançada no início da semana. O objetivo dessa ação é intensificar o combate ao tráfico de drogas, aumentando a presença de agentes de segurança em áreas afetadas pela atuação de facções criminosas. Até o momento, a PF não divulgou informações sobre a apreensão de dinheiro ou drogas com o suspeito.

Alvos da Operação

Conforme o governador de Minas Gerais, Mateus Simões, a operação Cerco Fechado é considerada a maior já realizada no estado. Um total de 26 áreas em seis municípios mineiros foram alvo da operação: Belo Horizonte, Juiz de Fora, Manhuaçu, Uberlândia, Uberaba e Teófilo Otoni. Essas localidades foram escolhidas com base em análises que identificaram sua importância na atuação de facções.

Facções Visadas

A ação tem como principal foco integrantes do Comando Vermelho (CV), do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Primeiro Comando Puro (PCP). Foram expedidas 73 ordens judiciais, sendo 46 na capital e 27 no interior, englobando mandados de busca, apreensão e prisão. Durante a manhã do início da operação, foram apreendidos R$ 27 mil e nove armas de fogo.

Ações em Penitenciárias

As ações também se estenderam às penitenciárias do estado, onde 10 unidades foram inspecionadas e 914 celas revistadas. Nesse procedimento, foram confiscados 53 celulares e 907 porções de drogas de diferentes tipos. O objetivo é combater o tráfico e a comunicação entre os detentos e organizações externas.

Continuidade da Operação

A operação Cerco Fechado segue em andamento, com a expectativa de que mais prisões e apreensões sejam realizadas nos próximos dias. As autoridades permanecem vigilantes e comprometidas em desmantelar ações criminosas no estado, visando a segurança da população.