O Brasil está em alerta para a possibilidade de reintrodução do sarampo, especialmente com a Copa do Mundo se aproximando. O Ministério da Saúde destaca o risco de infecções, já que países como Estados Unidos, Canadá e México estão enfrentando surtos.
História de quem teve sarampo
Thereza Lopes, que contraiu sarampo aos 4 anos, relembra a experiência dolorosa da doença. "Foi horrível, tive febre alta e dor no corpo, e fiquei prostrada", relata a agora empresária de 58 anos.
Risco de retorno da doença
Após a Organização Mundial da Saúde declarar o Brasil livre do sarampo em 2024, a situação mudou rapidamente em 2019, quando o país registrou mais de 21,7 mil casos. Até agora, em 2025, foram confirmados três casos e 468 investigações de suspeitas, conforme dados do Ministério da Saúde.
A importância da vacinação
Com uma cobertura vacinal de 92,66% para a primeira dose do sarampo, a imunidade da população é alta, mas ainda assim, a doença representa uma ameaça. Especialistas recomendam que quem pretende viajar para áreas de risco tome a vacina tríplice viral com antecedência.
Desafios na vacinação
A hesitação em vacinar, impulsionada por campanhas antivacina, tem gerado um aumento no número de suscetíveis. Regiões como o Norte do Brasil enfrentam dificuldades na cobertura vacinal, o que pode facilitar a reintrodução do sarampo.
Contenção e vigilância
O Ministério da Saúde intensificou as campanhas de vacinação e a vigilância epidemiológica. Quando um caso suspeito é identificado, ações rápidas são tomadas para investigar e vacinar contatos, visando conter a disseminação da doença.
Consequências do sarampo
O sarampo é uma doença altamente contagiosa que pode levar a complicações graves, especialmente em crianças pequenas e imunossuprimidos. A prevenção através da vacinação é essencial para evitar surtos e proteger a população.
