Um cruzeirense expressa sua angústia ao perceber que a Seleção Brasileira, sem jogadores do seu querido Cruzeiro, parece incompleta. A Copa do Mundo traz à tona a saudade do time, que só voltará a jogar depois de um longo hiato.

A falta do Cruzeiro na seleção

Com a pausa das competições, o torcedor se vê diante de um dilema: enfeitar a casa de verde e amarelo ou se isolar em seu quarto, contando os dias até a volta do seu time. A frustração é ainda maior ao saber que nenhum jogador cruzeirense foi convocado para a seleção pelo técnico Carlo Ancelotti.

A promessa de não torcer

O autor revela que, desde a Copa de 1990, ele decidiu torcer contra a Seleção Brasileira após a não convocação de seu ídolo, o lateral Balu. Essa decisão foi uma forma de protesto, mas seu amor pelo Brasil é forte e, eventualmente, ele criou uma regra que permitia torcer pela seleção caso jogadores do Cruzeiro fossem convocados.

Momentos de alegria em Copas passadas

Na Copa de 1994, o jovem Ronaldo, representando o Cruzeiro, fez com que o torcedor quebrasse sua promessa e vibrasse com a conquista do tetracampeonato. Em 2002, a convocação de Edílson “Capetinha” trouxe novamente a alegria e a celebração ao título mundial com a seleção.

Novos adendos à lei-protesto

Com a lista de convocados de Ancelotti, a frustração se renova. Contudo, o torcedor decide se reunir consigo mesmo e acrescentar um novo adendo à sua decisão de não torcer pela seleção, já que agora um jogador revelado pelo Cruzeiro, Thiago, está entre os convocados.

Colorindo a Folhinha de Mariana

Em um gesto simbólico, ele pinta a Folhinha de Mariana de verde e amarelo, marcando a contagem regressiva para o reencontro com o Cruzeiro. A promessa de gritar “Brasil, Brasil!” volta a ser permitida, agora que seu amor pelo clube está representado na seleção.