No último sábado (30), a ausência da pré-candidata do PT ao Senado Federal, Marília Campos, foi notada durante o encontro estadual do partido, onde os líderes decidiram avançar na construção de uma candidatura própria ao governo de Minas Gerais.
Marília Campos e sua escolha por compromissos
Cotada para ser a representante do PT na corrida pelo Palácio Tiradentes, Marília Campos já havia afirmado que seu foco permanece em sua pré-campanha ao Senado. Durante o final de semana, a ex-prefeita de Contagem estava em agenda no Vale do Suaçuí, na Região Leste do estado.
Além disso, na véspera do encontro, Marília teve uma reunião privada com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, em Belo Horizonte, evidenciando sua relevância dentro do partido mesmo com sua ausência no evento.
Eventos passados e compromissos
A ausência de Marília não se limitou apenas ao encontro do último sábado. No dia 23 de maio, ela também não compareceu ao lançamento da pré-campanha de Gleide Andrade, tesoureira nacional do PT e deputada federal, que ocorreu em Belo Horizonte. Na mesma data, Marília estava cumprindo compromissos no interior do estado.
Novas alianças e discussões
Na última semana, Marília conversou com Gabriel Azevedo, pré-candidato ao governo pelo MDB. Azevedo, ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, busca apoio do PT e do PSB para fortalecer sua candidatura.
Perspectivas para o PT em Minas Gerais
O desejo do PT por uma candidatura própria não é apenas uma questão local. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou interesse em ter um candidato do partido à frente nas eleições, especialmente se o senador Rodrigo Pacheco (PSB) não se candidatar novamente.
O surgimento de novos nomes
Com a resistência de Marília Campos e do deputado federal Reginaldo Lopes, o nome de Sandra Goulart, ex-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ganhou destaque. Sandra ingressou no PT em abril, a convite de Reginaldo, e agora se posiciona como uma forte opção para a candidatura ao governo.
